Seleção Brasileira Feminina mede força com Seleção Holandesa nas Olimpíadas

Com a vitória das duas seleções na primeira rodada, o jogo da segunda rodada deve decidir a líder do grupo F

Chegou a hora da verdade. Após vencer a China por 5 a 0 na primeira rodada da fase de grupos das Olimpíadas, a Seleção Brasileira Feminina volta a campo na manhã deste sábado (24) e enfrenta a Holanda em Miyagi, província localizada no litoral norte japonês. O jogo é de suma importância pois se tratam das duas favoritas do grupo. Então o jogo pode decidir o destino do grupo.

Em entrevista coletiva dada nesta sexta-feira (23), Formiga disse que a estreia foi animadora, mas que as jogadoras estão completamente focadas no segundo jogo do grupo. “As meninas de certa forma já têm certa experiência. Elas sabem que demos só o primeiro passo, subimos um degrau só. Ainda temos muitas pedreiras pela frente”, analisou a volante presente em todos os sete Jogos Olímpicos que a seleção brasileira marcou presença no futebol feminino.

As adversárias da segunda rodada são as atuais vice-campeãs mundiais. A Holanda também chega para o jogo bem animada com a estreia, já que goleou a Zâmbia por 10 a 3 e vem com força máxima contra as brasileiras. Sobre as estratégias para o jogo, Formiga diz que vai ser completamente diferente da estreia. “A gente precisa realmente estar bastante compactada. E a comunicação entre a gente vai ser um fator que vai nos ajudar bastante. A qualidade do meio-campo da Holanda é impressionante, mas eu acredito que fazendo um trabalho em conjunto, a linha de quatro no meio de campo vai ajudar bastante para que a gente não sofra tanto lá atrás”, afirmou a jogadora.

A união entre as jogadoras também é um fator que contribui muito para a busca da inédita medalha de ouro. Lembrando que a seleção feminina tem duas pratas: nos Jogos de Atenas, em 2004, e Pequim em 2008. Para a volante, um dos trunfos da seleção nas Olimpíadas de Tóquio é o retrospecto da treinadora Pia Sundhage também contribui já que a sueca estava presente nas últimas três finais olímpicas – sendo bicampeã com os Estados Unidos (Pequim-2008 e Londres-2012) e ganhou a prata com a Suécia na Rio-2016.

“Todo grupo em que eu estiva sempre teve essa união, e agora não é diferente, só que claro que hoje a gente tem outra comissão, que vem com ideias diferentes. A gente vê o currículo da Pia, e isso nos faz acreditar ainda mais, resgatar nossa confiança para buscar o que a gente tanto deseja”, concluiu a camisa 8.

Já a técnica Pia Sundhage afirmou que pode fazer alterações no time que enfrentará a Holanda amanhã. “Em relação à escalação, não tenho certeza de quantas mudanças vou fazer, mas uma coisa é certa, teremos mais substituições dessa vez. Queremos estar bem preparadas para o terceiro jogo também (contra Zâmbia, dia 27), e queremos ter jogadoras descansadas”, disse a treinadora.

Foto em destaque: Pablo Morano/AFP

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