8 de fevereiro: um ano da tragédia do Ninho do Urubu

Tragédia no Ninho do Urubu com atletas da base do Flamengo deixou dez mortos e três feridos

Hoje se completa um ano da terrível tragédia de incêndio envolvendo os jogadores da base do Flamengo em um dos centros de treinamento do clube. São 365 dias de angústia para as famílias dos garotos envolvidos.

A maioria dos jovens naquele doloroso dia conseguiu sair com vida. Mas alguns, infelizmente, chegaram a óbito: Athila Paixão, de 14 anos; Arthur Vinícius de Barros Silva Freitas, de 14 anos; Bernardo Pisetta, de 14 anos; Christian Esmério, de 15 anos; Gedson Santos, de 14 anos; Jorge Eduardo Santos, de 15 anos; Pablo Henrique da Silva, de 14 anos; Rykelmo de Souza Vianna, de 16 anos; Samuel Thomas Rosa, de 15 anos; e Vitor Isaías, de 15 anos.

Foto: Ricardo Moraes

10 vidas que se foram por erro de um clube. São sonhos, inspirações, exemplos de determinação que hoje não podem mais fazer o que mais gostavam na vida: jogar futebol. O caso segue na justiça. O Clube de Regatas do Flamengo chegou a conceder uma coletiva com seu presidente, Rodolfo Landim, por meio do canal oficial do clube nas redes sociais.

No vídeo divulgado, Landim deixa claro que o clube assume toda a responsabilidade e que a tragédia foi a maior já ocorrida em mais de 100 anos de história do clube.

Para nós do Flamengo, nos aparenta ter sido um lamentável acidente, mas temos responsabilidade como guardiões dos adolescentes”, declarou o vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee de Abranches.

ACORDOS:

Atualmente, o clube paga R$ 10 mil mensais a casa uma das famílias de mortos ou feridos na tragédia. De acordo com a Agência Brasil, o rubro-negro recusou a proposta e partiu para a negociação individual com cada uma das famílias.

No processo, o Flamengo conseguiu fechar acordos de indenização com todos os sobreviventes do incêndio e com as famílias de Athila, Gedson e Vitor Isaias. Além deles, o pai de Rykelmo aceitou a proposta de acordo com o clube.

Como amante do futebol e da vida, esperamos que o caso seja resolvido. Dinheiro nenhum traz ninguém de volta, mas cabe ao Flamengo resolver toda essa burocracia junto às famílias.

Tragédias são difíceis. E tragédias envolvendo futebol e crianças são piores! Que as famílias consigam encontrar conforto em algo ou alguém de alguma maneira. Nunca será apenas futebol.

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