Ganhar é bom, mas ganhar do rival é melhor ainda

No último domingo (23), o clássico Rei da Amazônia foi disputado, pela primeira vez, na série C. Não que seja uma grande honra, o fato do clássico já ter sido realizado na elite nacional em dez oportunidades. Mas, deixa claro, o quanto é frustrante para o torcedor paraense ter que torcer pelos seus times na terceira divisão nacional.

Reprodução: Instagram Paysandu/Foto: Jorge Luiz

O clássico de número 748 teve vitória do Paysandu com um único gol do volante Uchôa, aos 29 minutos do segundo tempo, em uma sobra de bola dentro da área azulina.

Durante o primeiro tempo, o Paysandu teve mais posse de bola e ações no jogo. O time bicolor mostrou mais atitude, esteve melhor postado, controlou o meio e levou perigo à meta adversaria, apesar de não ter forçado uma grande atuação do arqueiro azulino.

Já no segundo tempo, o Clube do Remo se esperto e voltou com um formato no meio de campo, que deu mais solidez defensiva ao setor com a entrada de Djalma até o gol para o time bicolor.

Dessa maneira, o Paysandu voltou ao G4 do grupo B e encerra um jejum de oito jogos sem vencer, contando com dois jogos contra o Internacional de Porto Alegre pela Copa do Brasil. Essa situação incomodava a torcida e o próprio técnico Hélio dos Anjos, que já tinha três empates seguidos na competição.

O resultado, diante do maior rival, na noite de domingo pode ter sido a motivação que o Papão precisava para buscar uma recuperação na competição nacional.