Uma apaixonada pelo Coritiba

Meu amor pelo futebol veio de berço. Meu pai, torcedor do Coritiba, me passou a paixão pelo time alviverde. Quando criança, lembro de ficar esperando ele voltar do Couto Pereira para perguntar como foi o jogo, o placar, os autores dos gols…

Fui crescendo e comecei a perceber que eu realmente gostava de futebol. A vontade de estar presente no estádio aumentava cada vez mais. Então, aos 14 anos, me tornei sócia do meu clube amado.

Desde então, o Couto se tornou o lugar onde eu me encontro comigo mesma. A energia é maravilhosa. Quando o juiz apita e a bola rola, o corpo todo arrepia. Cantar junto com a torcida, gritar, incentivar os jogadores em campo… Sensação melhor do que estar apoiando não há.

O Coxa me deixou mais apaixonada pelo futebol. O amor que eu tenho por esse clube é indescritível. Independentemente da fase, eu o amo da mesma maneira. Costumo dizer que a vida me fez Coritiba, e eu fiz do Coritiba a minha vida.

Só quem vive esse esporte maravilhoso pode explicar. O futebol é amor, é paixão, é alegria… Ele nos proporciona sentimentos inexplicáveis. Quem nunca abraçou um estranho enquanto comemorava um gol? Ou quando esboçamos um sorriso quando vemos alguém com a camisa do nosso time na rua? Claro, o futebol também é tristeza e raiva. Todo time perde partidas e campeonatos… Isso é normal. O mais interessante é que as derrotas me fazem cada vez mais próxima do meu Verdão.

Decidi que queria cursar Jornalismo para poder ter mais contato com o futebol. Nasceu, então, a ideia de criar uma página no Instagram unindo minhas paixões: o Coritiba e o jornalismo esportivo. Sempre Coritiba (@semprecoritiba) foi ao ar em fevereiro de 2018 e, desde então, tem recebido publicações diárias sobre notícias, reforços contratados, jogos e resultados, curiosidades, jogadores históricos, ações da diretoria, entre outros. A página acabou se tornando uma grande inspiração para minha futura profissão.

Hoje, aos 18 anos e cursando Jornalismo, posso afirmar que vivo meu melhor momento como torcedora, visto que estive presente no Couto Pereira em quase todos os jogos das últimas temporadas.

Percebo que o meu lugar é, de alguma forma, em contato com o futebol. Seja como torcedora, seja como jornalista.

Foto: Arquivo pessoal