Até que ponto um jogador pode se transformar: surpresas do início da temporada

Rivais em campo, dois jogadores levam em comum o ano de sua ascensão. Jean Mota, do Santos, e Gustavo Henrique, do Corinthians, entraram em 2019 com tudo. Artilheiro do Paulistão, o jogador do Santos ganhou músicas, homenagens e, definitivamente, a admiração da torcida em 2019. Enquanto isso, o centroavante do Corinthians também virou o queridinho da nação alvinegra ao transformar o cenário do time em diversas partidas, fazendo gols e revertendo o placar por muitas vezes.

Ambos já tinham tido sua chance nos respectivos clubes, mas enquanto um acabou no banco de reservas, o outro foi procurar chance em outro clube. Gustavo havia entrado no Corinthians em 2016, porém saiu em 2017 rumo ao Fortaleza, onde permaneceu até o fim de 2018. Já Jean Mota ficou aguardando a sua vez no time da Vila.

Até que a vez dos dois chegou. A mudança de ano acarretou a volta dos jogadores aos times alvinegros, mas eles nem parecem os mesmos.
Antigamente alvos de críticas, agora Jean e Gustavo são os centros das atenções entre a mídia, que tenta entender o que houve, o que mudou. Será que tudo ocorreu por conta do treinador? Ou pelo esforço dos dois? Até quando isso irá? Essas são perguntas que apenas o tempo responderá, já que é inimaginável o que aconteceu.

Sabemos apenas que eles são a prova de que um talento pode ser moldado, descoberto depois de um tempo, ou desmotivado e perdido. Os jogadores venceram as críticas, hoje são destaques nas equipes, e por quê não exemplos de superação?

Que a lição fique para sempre conosco, junto com o talento e gols dos dois. Afinal, o bom futebol é este.