Até que ponto vai o fanatismo?

O futebol é um caso de amor para milhares de torcedores. Aqueles que chamamos de fanáticos costumam fazer de tudo um pouco para demonstrar o sentimento que têm pelo seu clube do coração. Alguns enfeitam a casa toda com o escudo e fotos de momentos importantes do seu time, outros registram na pele através de tatuagens, ainda tem quem não use nada da cor do maior rival, entre outros. Mas até que ponto vai o fanatismo?

A reação para tal sentimento é algo muito pessoal de cada torcedor, e é possível vermos estágios diferentes: uns mais contidos, outros que extravasam. Ontem (12), foi divulgado no site da Veja São Paulo um caso de registro de nome um tanto quanto inusitado. O pai, torcedor fanático do Sport Clube Corinthians Paulista assim como toda a família, deu a seu filho a identidade de Corinthienzo. Procurado pela equipe, ele não quis dar entrevista a fim de não expor seu filho, que completa quatro meses no próximo dia 27, mas contou que fez a publicação da foto da certidão de nascimento em suas redes sociais para mostrar ao amigo.

Por ser um registro incomum, a Veja também procurou o cartório para saber se era realmente verdadeira aquela certidão, e foi confirmado. Disseram que orientam os pais se for um nome fora do comum, mas registram sem restrição.

E voltamos à pergunta: até que ponto vai o fanatismo? Torcedores são capazes de fazer de tudo para que todos saibam do seu amor pelo seu clube. Dar o nome do filho fazendo homenagem a um jogador ídolo, fazer promessas, economizar para juntar dinheiro e conseguir viajar ao outro lado do mundo acompanhando uma final de campeonato importante, e agora temos o exemplo do Corinthienzo, que teve seu nome criado por uma junção ao alvinegro paulista.

Há quem diga que fanatismo é loucura e até mesmo doença, mas apenas os apaixonados pelo esporte e pelo clube conseguem entender tudo o que é feito pelo time e para o time. E não para por aí. Continuaremos sempre vendo inovações na vida de cada fanático, e nos surpreendendo cada vez mais. Você tem alguma história nesse meio para nos contar? Deixe nos comentários!

Foto: Jornal de Limeira